As tecnologias introduzidas em
microcimentos decorativos como o microcrete foram desenvolvidas para cobrir e
acrescentar uma nova camada sobre outras superfícies já desgastadas pelo uso ou
simplesmente, fora de moda, para satisfazer as exigências dos tempos modernos.
Nos dias de hoje pede-se de um
revestimento, quer seja para pavimentos ou paredes, modernidade, que seja
prático, de fácil limpeza e que o acabamento deixe, no mínimo, os nossos amigos
cheios de inveja.
O que atrai tanta atenção a este
revestimento é a sua flexibilidade, para o aplicador e para o designer, podendo
ser impresso, atolochado, polido ou “queimado”, auto-alisante, projetado,
pintado e muito mais.
Na sua base está um cimento
especial que é moído, peneirado, novamente moído e depois misturado com
aditivos que lhe dão cor, resistência, flexibilidade e aderência. Ao todo são
cerca de doze a quinze elementos acrescentados, num processo de fabrico que tem
cinco fases, e que resultam numa melhor performance do microcrete.
Em suma, resultam num produto
capaz de revestir diretamente qualquer superfície, betonilha, epoxy, azulejo,
tijoleira, granito, mármore, madeira, etc. com espessuras a partir de 2 mm.
Tudo isto dá a um aplicador
profissional e com experiência a possibilidade de criar centenas de acabamentos,
transformando do dia para a noite ambientes “ultrapassados” em ambientes
modernos e inspiradores, com custos aceitáveis.
Sérgio Vasconcelos
CEO Nanocrete
Produtora da marca microcrete

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